Película no para-brisa pode, desde que respeite a legislação de trânsito vigente: em 2026, a regra geral é que o conjunto vidro mais película no para-brisa mantenha pelo menos 70% de transmitância luminosa, ou seja, precisa permitir a passagem mínima de 70% da luz. Além disso, a película não pode ser refletiva, não pode ter bolhas na área crítica de visão do condutor, precisa ter chancela legível quando exigida e não pode prejudicar a dirigibilidade. A norma-base é a Resolução CONTRAN nº 960/2022, alterada pela Resolução CONTRAN nº 989/2022.

Índice do artigo

O que significa película no para-brisa

Película no para-brisa é a aplicação de um filme automotivo sobre o vidro dianteiro do veículo. Esse filme pode ter diferentes finalidades, como reduzir calor, diminuir luminosidade, proteger contra raios solares, aumentar conforto visual e melhorar a experiência de condução.

O para-brisa, porém, é uma área sensível do veículo. Ele está diretamente ligado à visão do motorista, à segurança da condução e à fiscalização de trânsito. Por isso, não pode receber qualquer tipo de película.

Diferente dos vidros traseiros ou laterais posteriores, o para-brisa faz parte das áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade. Isso significa que a lei exige maior transparência nele, justamente para garantir que o condutor tenha ampla visibilidade da via, dos pedestres, dos obstáculos, da sinalização e dos demais veículos.

Película no para-brisa pode?

Sim, película no para-brisa pode, mas apenas se estiver dentro dos limites legais.

A legislação permite a aplicação de película não refletiva nas áreas envidraçadas do veículo, desde que o conjunto vidro mais película respeite os índices mínimos de transmitância luminosa. No caso do para-brisa e das áreas indispensáveis à dirigibilidade, esse índice não pode ser inferior a 70%.

Isso quer dizer que não basta comprar uma película anunciada como “70%”. É preciso considerar o conjunto final. Se o vidro original já tem alguma tonalidade ou redução de luminosidade, a película aplicada sobre ele pode fazer o resultado final ficar abaixo do permitido.

Por isso, a instalação deve ser feita com atenção técnica, utilizando produto adequado e respeitando a medição real do conjunto vidro-película.

Qual película é permitida no para-brisa em 2026?

A película permitida no para-brisa em 2026 é a película não refletiva que mantém pelo menos 70% de transmitância luminosa no conjunto vidro-película.

Na prática, as películas mais indicadas para para-brisa costumam ser as mais claras, como películas transparentes de controle solar, películas nano cerâmicas claras ou películas automotivas específicas de alta transparência.

O objetivo é reduzir calor e radiação solar sem comprometer a visão do motorista.

Películas muito escuras, fumês intensas, espelhadas, opacas ou refletivas não são adequadas para o para-brisa.

O que é transmitância luminosa

Transmitância luminosa é a quantidade de luz visível que atravessa o vidro.

Quando se diz que o para-brisa precisa ter 70% de transmitância luminosa, significa que o conjunto vidro-película deve permitir a passagem de pelo menos 70% da luz.

Quanto menor o percentual, mais escuro fica o vidro. Uma película de 5%, por exemplo, é muito escura. Uma película de 70% é bem clara.

No para-brisa, a exigência é alta porque o motorista precisa enxergar com clareza durante o dia, à noite, na chuva, em túneis, em vias mal iluminadas e em situações de emergência.

A regra vale para o vidro ou para o conjunto vidro-película?

A regra vale para o conjunto vidro-película.

Esse ponto é muito importante. O índice analisado não é apenas o da película isolada. O que importa é o resultado final depois que a película é aplicada sobre o vidro.

Se o vidro original já reduz parte da passagem de luz e a película reduz mais uma parte, o resultado pode ficar abaixo de 70%.

Por isso, a aplicação no para-brisa exige cuidado maior do que em outros vidros. O instalador precisa conhecer a película, o tipo de vidro e o limite legal.

Película G70 pode no para-brisa?

Em muitos casos, a película G70 é usada justamente por ser uma opção clara, com alta transparência. Porém, ela só será permitida se o conjunto vidro-película atingir o mínimo legal de 70% de transmitância luminosa.

O nome comercial da película não garante, sozinho, que o veículo estará regular. O que importa é a medição final e a conformidade com a legislação.

Por isso, antes de aplicar uma G70 ou qualquer outra película no para-brisa, é importante confirmar se o produto é adequado para essa área e se ficará dentro do índice permitido.

pelicula para brisa permitida lei

Película nano cerâmica pode no para-brisa?

A película nano cerâmica pode ser uma das melhores opções para o para-brisa quando possui alta transparência e atende ao limite mínimo de 70%.

Esse tipo de película é procurado porque pode reduzir calor e radiação solar sem precisar escurecer muito o vidro.

Em vez de depender apenas de tonalidade escura, a nano cerâmica usa tecnologia para melhorar o conforto térmico com aparência mais discreta.

Mesmo assim, a regra continua sendo a mesma: no para-brisa, o conjunto vidro-película precisa manter pelo menos 70% de transmitância luminosa.

Pode colocar película escura no para-brisa?

Não é recomendado e, na maioria dos casos, não será permitido.

Películas escuras geralmente reduzem a transmitância luminosa abaixo do limite exigido para o para-brisa. Isso pode gerar multa, retenção do veículo para regularização e obrigação de remover a película irregular.

Além disso, película escura no para-brisa prejudica a segurança. À noite, em dias de chuva ou em ruas mal iluminadas, a visibilidade pode cair muito. O motorista pode ter mais dificuldade para ver pedestres, motos, ciclistas, buracos, placas e obstáculos.

Pode colocar película refletiva no para-brisa?

Não. A aplicação de películas refletivas nas áreas envidraçadas do veículo é vedada pela Resolução CONTRAN nº 960/2022.

A película refletiva pode causar problemas de visibilidade, reflexos e fiscalização. No para-brisa, o risco é ainda maior porque interfere diretamente na visão frontal do condutor.

Por isso, mesmo que uma película refletiva pareça clara em alguns ângulos, ela não é adequada para o para-brisa.

Pode colocar película espelhada no para-brisa?

Não. A película espelhada é uma forma de película refletiva e não deve ser aplicada no para-brisa.

Além de contrariar a regra sobre películas refletivas, ela pode prejudicar a segurança e chamar atenção em fiscalização.

Para o para-brisa, o correto é optar por película clara, não refletiva e compatível com o limite de transmitância luminosa.

Pode colocar película opaca no para-brisa?

Não. Película opaca no para-brisa é incompatível com a direção segura.

A Resolução CONTRAN nº 960/2022 prevê enquadramento para veículo com vidros total ou parcialmente cobertos por película refletiva ou opaca, além de películas em desacordo com a transmitância exigida.

O para-brisa precisa permitir visão clara da via. Qualquer aplicação que bloqueie a visão frontal compromete a segurança e pode gerar infração.

Existe película transparente para para-brisa?

Sim. Existem películas transparentes ou quase transparentes desenvolvidas para controle solar.

Essas películas são indicadas para quem quer reduzir calor, raios UV e desconforto causado pelo sol sem escurecer o para-brisa.

As versões de maior qualidade costumam ter tecnologia nano cerâmica, controle infravermelho ou proteção solar avançada.

Mesmo sendo transparentes, precisam estar dentro da regra dos 70% no conjunto final.

Película no para-brisa reduz calor?

Sim, desde que seja uma película de controle solar adequada.

As películas mais modernas podem reduzir parte da radiação infravermelha, que está associada à sensação de calor, sem escurecer muito o vidro.

Isso é interessante porque o para-brisa é uma grande entrada de calor no veículo. Em dias de sol forte, a radiação frontal aquece painel, volante, bancos e o interior do carro.

Uma película clara de alta performance pode melhorar o conforto térmico sem prejudicar a visibilidade.

Película no para-brisa protege contra raios UV?

Muitas películas automotivas de qualidade oferecem proteção contra raios UV.

Esse benefício ajuda a reduzir a exposição solar dos ocupantes e também contribui para preservar o painel, bancos, volante, revestimentos e acabamentos internos.

No para-brisa, essa proteção é muito útil porque motorista e passageiro ficam expostos diretamente à luz frontal em determinados horários.

Mesmo assim, é importante escolher uma película própria para uso automotivo e compatível com a legislação.

Película no para-brisa ajuda contra reflexos?

Pode ajudar, mas com limites.

Películas claras de controle solar podem suavizar a luminosidade e reduzir parte do desconforto causado pelo sol. Porém, o para-brisa não pode ser escurecido em excesso para eliminar reflexos.

Se a pessoa escolhe uma película muito escura para tentar resolver reflexo, pode acabar deixando o carro irregular e perigoso.

O ideal é usar uma película clara de alta performance, combinada com o uso correto do para-sol do veículo e óculos adequados quando necessário.

Lei das películas 2026

A chamada lei das películas 2026, na prática, refere-se às regras do CONTRAN sobre transmitância luminosa, aplicação de películas, proibição de películas refletivas, exigência de chancela e fiscalização com medidor de transmitância.

A regra vigente tem como base a Resolução CONTRAN nº 960/2022, alterada pela Resolução CONTRAN nº 989/2022. Essas normas tratam dos requisitos de segurança dos vidros, visibilidade para circulação, uso de vidros em veículos blindados e medidores de transmitância luminosa.

Para o motorista comum, o ponto principal é simples: no para-brisa, a película só é permitida se o conjunto final permitir pelo menos 70% de passagem de luz.

Quais vidros precisam de 70% de transparência?

O para-brisa e as áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade precisam respeitar o mínimo de 70% de transmitância luminosa.

Isso inclui o para-brisa e os vidros laterais dianteiros dentro do campo de visão do condutor.

A lógica é preservar a visibilidade do motorista. Esses vidros são essenciais para enxergar a via, cruzamentos, retrovisores, pedestres, ciclistas e veículos ao redor.

Vidros traseiros podem ser mais escuros?

Com a alteração feita pela Resolução CONTRAN nº 989/2022, os vidros que não interferem nas áreas indispensáveis à dirigibilidade podem ter transmitância inferior à definida para o para-brisa, desde que o veículo tenha espelhos retrovisores externos em ambos os lados.

Na prática, os vidros traseiros e laterais traseiros têm tratamento diferente do para-brisa e dos laterais dianteiros.

Mesmo assim, a aplicação não pode prejudicar itens obrigatórios, segurança, identificação e demais normas de circulação.

Tabela prática sobre película permitida

Local do veículo Regra geral em 2026 Observação
Para-brisa Mínimo de 70% de transmitância luminosa Película deve ser clara e não refletiva
Laterais dianteiros Mínimo de 70% de transmitância luminosa São áreas ligadas à dirigibilidade
Laterais traseiros Podem ter transmitância inferior, conforme regra aplicável Veículo deve ter retrovisores externos dos dois lados
Vidro traseiro Pode ter transmitância inferior, conforme regra aplicável Exige retrovisores externos dos dois lados
Teto solar Excluído dos limites da regra de transmitância Deve-se observar segurança e instalação adequada
Para-brisa com película refletiva Não permitido Películas refletivas são vedadas

Chancela da película no para-brisa

A chancela é a marcação gravada na película com informações como a marca do instalador e o índice de transmitância luminosa.

Nas áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade, a Resolução CONTRAN nº 960/2022 exige que a marca do instalador e o índice de transmitância luminosa sejam gravados de forma indelével na película por meio de chancela, e essas informações devem ser legíveis pelo lado externo dos vidros.

Se a película estiver sem chancela, ou se a chancela estiver ilegível quando exigida, isso pode gerar problema em fiscalização.

Película sem chancela dá multa?

Pode dar problema, especialmente nas áreas em que a chancela é exigida.

A norma prevê situação infracional para veículo com vidros cobertos por película não refletiva sem chancela ou com chancela ilegível nas informações obrigatórias.

Por isso, não basta instalar uma película clara. É importante que a aplicação seja regular, com produto adequado, instalador responsável e marcação correta.

Película com bolha no para-brisa pode dar multa?

Sim. A manutenção de películas com bolhas na área crítica de visão do condutor e nas áreas indispensáveis à dirigibilidade é vedada pela Resolução CONTRAN nº 960/2022.

Isso é importante porque bolhas distorcem a visão, criam reflexos e podem atrapalhar a leitura do trânsito.

No para-brisa, qualquer interferência visual é mais grave. Se a película começou a formar bolhas, descolar ou ficar manchada, o ideal é remover ou substituir o material.

O que é área crítica de visão do condutor

A área crítica de visão do condutor é a região do para-brisa mais importante para a condução segura.

Nos veículos em geral, a norma considera como área crítica a metade esquerda da região de varredura das palhetas do limpador de para-brisa.

Isso significa que defeitos, bolhas, trincas ou elementos que atrapalhem essa área podem gerar risco à direção e fiscalização.

Embora a regra tenha definições específicas, o princípio é simples: nada deve atrapalhar a visão principal do motorista.

Pode colocar adesivo no para-brisa?

A regra é restritiva. A Resolução CONTRAN nº 960/2022 veda o uso de inscrição, adesivo, legenda ou símbolo pintado ou afixado nas áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade.

Isso significa que adesivos no para-brisa podem ser problemáticos quando estão em área que interfere na visão do motorista.

Algumas marcações obrigatórias, selos ou itens permitidos têm tratamento específico, mas adesivos decorativos, faixas inadequadas e elementos que desviem atenção ou prejudiquem a visibilidade podem gerar autuação.

Faixa degradê no para-brisa pode?

A própria Resolução menciona a área ocupada pela banda degradê, caso existente, conforme a ABNT NBR 9491, ao tratar da área do para-brisa.

Na prática, alguns veículos já saem de fábrica com faixa degradê superior no para-brisa. Porém, isso não significa que qualquer faixa escura aplicada depois seja automaticamente permitida.

A faixa não pode prejudicar a visibilidade, não pode contrariar os requisitos técnicos e deve respeitar as condições legais.

Qual a multa por película irregular?

A película irregular pode levar ao enquadramento do art. 230, inciso XVI, do Código de Trânsito Brasileiro, quando o veículo circula com vidros total ou parcialmente cobertos por películas, painéis decorativos ou pinturas em desacordo com a regulamentação.

A própria Resolução CONTRAN nº 960/2022 remete ao art. 230, inciso XVI, nos casos de película refletiva ou opaca, transmitância em desacordo, ausência de chancela, chancela ilegível ou material aplicado indevidamente nas áreas indispensáveis à dirigibilidade.

Em termos práticos, trata-se de infração grave, com multa, pontos na CNH e retenção do veículo para regularização.

O veículo pode ser retido?

Sim. Em casos de película irregular, o veículo pode ser retido para regularização, conforme o enquadramento aplicável.

A retenção normalmente busca permitir que a irregularidade seja sanada. Em muitos casos, isso pode envolver a remoção da película irregular.

Por isso, instalar película fora do padrão pode gerar transtorno imediato, além da multa.

Como a fiscalização mede a transparência da película

A verificação dos índices de transmitância luminosa deve ser feita por meio de medidor de transmitância luminosa, conhecido como MTL.

A Resolução CONTRAN nº 960/2022 define esse equipamento como instrumento destinado a medir, em valores percentuais, a transmitância luminosa de vidros, películas, filmes e materiais simples ou compostos.

Ou seja, a fiscalização pode medir o conjunto vidro-película para verificar se está dentro do limite legal.

O que deve constar no auto quando houver medição

Quando a autuação for baseada em medição de transmitância luminosa, a norma prevê que devem constar informações como medição realizada pelo instrumento, valor considerado para aplicação da penalidade e limite regulamentado para a área fiscalizada.

Também deve ser informada a identificação da área envidraçada objeto da autuação.

Esse detalhe é importante porque o limite varia conforme a área do veículo. O para-brisa tem regra diferente dos vidros que não interferem na dirigibilidade.

Película no para-brisa pode prejudicar a direção à noite?

Sim, se for inadequada.

Mesmo uma película que pareça confortável durante o dia pode prejudicar a visão à noite se for escura demais. O motorista pode ter dificuldade em enxergar pedestres, ciclistas, motos sem iluminação adequada, buracos, placas e curvas.

Por isso, o limite legal não é apenas uma formalidade. Ele existe para proteger o motorista, passageiros e terceiros.

No para-brisa, a prioridade deve ser sempre a visibilidade.

Película no para-brisa em dias de chuva

Em dias de chuva, a visibilidade já fica naturalmente reduzida. Há reflexos, gotas, embaçamento, faróis difusos e menor contraste na via.

Se o para-brisa tiver película escura, manchada, com bolhas ou de baixa qualidade, o risco aumenta.

Uma película adequada deve manter a visão limpa e não criar distorções. No para-brisa, qualidade óptica é tão importante quanto o percentual de transparência.

Película no para-brisa e ar-condicionado

Uma película clara de controle solar pode ajudar o ar-condicionado a trabalhar com mais eficiência, porque reduz parte do aquecimento interno causado pelo sol.

O para-brisa é uma das maiores áreas de entrada de calor no carro. Quando o painel, volante e bancos aquecem, o ar-condicionado precisa de mais tempo para resfriar o interior.

Películas de alta performance podem melhorar essa sensação de conforto, desde que respeitem a transparência exigida.

Película no para-brisa e estética do veículo

No para-brisa, a estética deve ficar em segundo plano.

Muitos motoristas gostam do visual mais escuro e uniforme, mas o para-brisa não é o local indicado para buscar esse efeito. A função principal do vidro dianteiro é permitir visão máxima.

Quem deseja um visual mais reservado deve priorizar os vidros traseiros e laterais traseiros, dentro das regras aplicáveis.

Para o para-brisa, o ideal é escolher uma película discreta, clara e funcional.

Película no para-brisa de carro blindado

Os veículos blindados têm tratamento específico na Resolução CONTRAN nº 960/2022, alterada pela Resolução nº 989/2022. A norma prevê que veículos blindados são isentos de determinados requisitos dos vidros de segurança e dos requisitos de transmitância do inciso I do art. 4º, aplicando-se às suas áreas envidraçadas o estabelecido na NBR 16218 da ABNT.

Isso significa que carros blindados exigem análise própria. Não se deve aplicar a regra do veículo comum sem considerar as especificidades da blindagem.

Película no para-brisa de caminhões e ônibus

Caminhões, ônibus e micro-ônibus também têm regras específicas para área crítica de visão e danos no para-brisa.

A Resolução define uma área crítica diferente para esses veículos, considerando um retângulo situado à esquerda, ligado à posição do volante.

Quanto à película, a lógica de segurança permanece: a visibilidade frontal precisa ser preservada, e as áreas indispensáveis à dirigibilidade devem respeitar os requisitos legais.

É melhor instalar película no para-brisa?

Depende do objetivo.

Se o motorista quer reduzir calor, raios UV e desconforto solar sem escurecer o vidro, uma película clara de alta performance pode valer a pena.

Se a intenção é escurecer o carro, aumentar privacidade ou deixar o para-brisa fumê, não é uma boa escolha.

No para-brisa, a instalação só faz sentido quando a película é legal, clara, não refletiva, de boa qualidade e instalada corretamente.

Como escolher película para para-brisa

Para escolher uma película para o para-brisa, observe alguns pontos essenciais.

Primeiro, verifique se ela mantém o conjunto vidro-película com pelo menos 70% de transmitância luminosa.

Segundo, confirme se não é refletiva.

Terceiro, escolha uma película com boa qualidade óptica, para evitar distorções.

Quarto, priorize tecnologias de controle solar, como nano cerâmica clara, se o objetivo for reduzir calor.

Quinto, exija instalação profissional e chancela quando aplicável.

Tabela de cuidados antes de aplicar película no para-brisa

Cuidado Por que importa
Confirmar transmitância mínima de 70% Evita infração e preserva visibilidade
Evitar película refletiva Películas refletivas são vedadas
Conferir o conjunto vidro-película A regra considera o resultado final
Verificar chancela Pode ser exigida nas áreas indispensáveis à dirigibilidade
Evitar películas de baixa qualidade Podem causar distorção, bolhas e manchas
Avaliar uso noturno O para-brisa precisa permitir boa visão à noite
Instalar com profissional Reduz risco de bolhas, erro de produto e irregularidade

Erros comuns sobre película no para-brisa

Um erro comum é achar que qualquer película clara é permitida. O que importa é o índice final de transmitância do conjunto vidro-película.

Outro erro é acreditar que película 70% sempre fica legal em qualquer veículo. Se o vidro original já tiver redução de luz, o resultado pode ficar abaixo do limite.

Também é comum confundir película anti-UV com película liberada. Uma película pode proteger contra UV e ainda assim não atender à transparência mínima.

Outro erro é instalar película sem chancela ou com marcação ilegível.

E um erro grave é usar película escura no para-brisa apenas por estética.

Como saber se a película está regular

Para saber se a película está regular, o ideal é verificar a especificação do produto, a chancela, a nota ou garantia do instalador e, quando necessário, a medição com equipamento adequado.

Visualmente, nem sempre é possível ter certeza. Uma película pode parecer clara, mas o conjunto final pode estar abaixo do limite.

Por isso, em caso de dúvida, procure um instalador especializado e peça orientação sobre a película permitida para para-brisa.

Vale a pena remover película irregular do para-brisa?

Sim. Se a película está irregular, muito escura, refletiva, sem chancela, com bolhas ou prejudicando a visão, o melhor é remover.

Manter película irregular pode gerar multa, retenção do veículo e risco de acidente.

Além disso, dirigir com baixa visibilidade é desconfortável e perigoso, principalmente à noite e em dias de chuva.

Perguntas e respostas sobre película no para-brisa

Película no para-brisa pode em 2026?

Sim, pode, desde que o conjunto vidro-película tenha pelo menos 70% de transmitância luminosa, não seja refletivo e respeite as demais regras de segurança.

Qual película é permitida no para-brisa?

Películas claras, não refletivas e que mantenham o mínimo de 70% de transmitância luminosa no conjunto vidro-película.

Película G70 é permitida no para-brisa?

Pode ser permitida, desde que o conjunto final vidro-película atinja o mínimo legal de 70%. O nome comercial sozinho não garante regularidade.

Pode colocar película fumê no para-brisa?

Em geral, não é indicado, porque películas fumês costumam reduzir demais a passagem de luz. Só seria possível se o conjunto final respeitasse os 70%, o que normalmente exige película muito clara.

Pode colocar película espelhada no para-brisa?

Não. Películas refletivas ou espelhadas são vedadas nas áreas envidraçadas do veículo.

Película no para-brisa dá multa?

Dá multa se estiver fora da regulamentação, como transmitância abaixo do permitido, ausência de chancela quando exigida, chancela ilegível, bolhas na área crítica ou película refletiva/opaca.

A película do para-brisa precisa de chancela?

Sim, nas áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade, a marca do instalador e o índice de transmitância luminosa devem ser gravados de forma indelével na película.

Película transparente no para-brisa vale a pena?

Pode valer a pena quando oferece controle solar, proteção UV e redução de calor sem prejudicar a visibilidade nem violar a lei.

Película no para-brisa atrapalha à noite?

Pode atrapalhar se for escura, de baixa qualidade, estiver com bolhas ou causar distorções. Por isso, o para-brisa exige película clara e de boa qualidade.

Qual é a lei das películas em 2026?

A regra atual tem como base a Resolução CONTRAN nº 960/2022, alterada pela Resolução CONTRAN nº 989/2022, que define requisitos de visibilidade, transmitância luminosa, proibições, chancela e fiscalização.

Conclusão

A película no para-brisa é permitida em 2026, mas somente dentro dos limites legais. A regra mais importante é que o conjunto vidro-película mantenha pelo menos 70% de transmitância luminosa. Além disso, a película não pode ser refletiva, não pode prejudicar a visão, não pode apresentar bolhas na área crítica do condutor e deve ter chancela legível quando exigida.

Para quem deseja conforto térmico, proteção contra raios UV e redução do calor dentro do carro, a melhor escolha costuma ser uma película clara de alta performance, como modelos transparentes ou nano cerâmicos próprios para para-brisa.

O erro mais comum é tratar o para-brisa como se fosse qualquer outro vidro do veículo. Ele não é. Por estar diretamente ligado à dirigibilidade, recebe regras mais rígidas e deve preservar a máxima visibilidade.

Com produto correto, instalação profissional e respeito à legislação, a película no para-brisa pode trazer conforto sem comprometer segurança nem gerar problemas em fiscalização.

Atendemos:

  • Florianópolis
  • São José
  • Palhoça
  • BIguaçu
  • Gov Celso Ramos
  • Porto Belo
  • Itapema
  • Balneário Camboriú

Horários especiais durante o período de fim de ano para melhor atendê-los. No dia 22/12, estaremos operando das 7:00 às 12:00 horas, retornando às atividades no dia 27/12 às 7:00 horas.

Para o dia 29/12, nosso horário de funcionamento será das 7:00 às 16:00 horas, retomando as atividades no dia 03/01 às 7:00 horas.

Desejamos a todos boas festas e um excelente 2024